A gente não pode esquecer de regar as plantas e colocá-las no solzinho de vez em quando. Uma nova situação no trabalho somada aos velhos problemas cotidianos estavam secando esse blog. Eu nunca abandonei o campeonato, por mais que a descompostura dos dirigentes me desagrade, pelo menos a RedBull promete acabar com a monotonia dos resultados. Claro que a possibilidade de um outro piloto que não seja o Vettel vencer me apavora, mas, enfim, alguma emoção há de existir, nem que seja o pânico.
E como não abandonei o campeonato, a pauta anda comigo num pen-drive de casa pro trabalho, todo dia, eu dando graças a Deus pelas férias de verão, e quando vi já acabaram. Resolvi publicar informações nem um pouco exclusivas sobre o GP britânico antes que os carros entrem na pista na Alemanha (eu sei, eu sei, mas eu não ligo. Só um pouquinho com o Kazu no top 10)
Só pra não fazer copy+paste total, o que é que eu ainda me lembro:

Os paroxítonos: Rubens, Newey, Vettel e Nínguem
Chupinhado do UOL Esportes, foi o primeiro que eu achei, e tem fotinha de Sir Frank em péssima companhia.
Se sobraram emoções nos bastidores com o maior racha da história da Fórmula 1, o GP da Inglaterra na pista foi uma prova marcada pelo domínio absoluto da Red Bull e principalmente com Sebastian Vettel. O alemão liderou desde o começo a oitava etapa da temporada, neste domingo, só foi superado nas paradas nos boxes, mas teve tranquilidade para voltar na frente e alcançar a terceira vitória de sua carreira.
Vettel já havia sido o melhor nos dois primeiros treinos livres, obteve com facilidade a pole position e teve competência para impedir o bote de Rubens Barrichello na largada. A partir daí, o alemão passou a abrir um segundo por volta sobre o adversário da Brawn GP, perdeu a ponta provisoriamente apenas entre a 44ª e a 46ª voltas, quando parou antes do australiano Mark Webber, mas após a parada do australiano no pit stop o alemão só precisou administrar a diferença de mais de 15 segundos.
| OITAVA PROVA DO ANO |
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Vettel domina GP da Inglaterra e celebra terceira vitória na carreira
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Nos bastidores, Frank Williams e Cassetão Taradão conversam sobre racha
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“O resultado foi fantástico e todos estamos desfrutando muito desse momento. Tinha muita distância sobre os outros, mas não sabia quanto porque não conseguia ver os carros”, disse o vencedor da corrida, que já havia obtido triunfos no GP da Itália-2008 e no GP da China-2009.
De quebra, a Red Bull ainda festejou a dobradinha com Webber na segunda posição, seguido por Barrichello, que teve pelo menos a alegria de ficar na frente do companheiro de equipe, Jenson Button, pela primeira vez na temporada. O inglês terminou na sexta posição, fazendo uma corrida discreta, e segue com folga na liderança do Mundial. Ele chegou a 64 pontos, 23 a mais que o brasileiro. Vettel encosta em Barrichello com 39 pontos.
Com o resultado, Button mantém a escrita de ter sido superado pelo brasileiro em todos os anos que foram companheiros de equipe no circuito de Silverstone. O inglês ainda segue sem ter ido ao pódio no GP de seu país natal em dez participações, sendo também a primeira vez que Button não ficou entre os três melhores de uma prova na temporada. Ele havia vencido seis corridas (Austrália, Malásia, Bahrein, Espanha, Mônaco e Turquia) e foi terceiro na China.
Aliás, os carros da Brawn GP ficaram bem distantes de ameaçar a Red Bull, que sobrou na prova. Barrichello chegou a ser o segundo até a 18ª volta, mantendo a sua posição de largada, mas Webber fez um trabalho melhor nos boxes e voltou na frente do brasileiro. Sem problemas, o australiano abriu um segundo por volta e Barrichello teve de se preocupar mais em evitar a ultrapassagem de Nico Rosberg, tendo êxito na tarefa.
“Ontem (sábado) estávamos imaginando que o terceiro lugar seria o melhor que conseguiríamos. Estou muito orgulhoso pelo que conseguimos. O segundo trecho da prova, com pneus duros, foi muito difícil. Foi difícil segurar o vento que vinha de trás, que me jogava para fora da pista. Fiz o que tive que fazer”, comentou o brasileiro, que correu com dores nas costas. “Tenho que agradecer os médicos porque me ajudaram a curar as fortes dores nas costas. Eles me ajudaram a chegar em terceiro hoje”, admitiu.
No final, o alemão da Williams perdeu o quarto lugar após a segunda parada nos boxes para o brasileiro Felipe Massa, que acabou sendo o outro destaque da prova, fora os carros da Red Bull. O atual vice-campeão largou na 11ª posição, foi o piloto entre os ponteiros que parou mais tarde no primeiro pit stop e aproveitou muito bem esta situação para saltar para o quinto lugar. Na segunda parada, ele ainda superou Rosberg e terminou assim em quarto lugar, sua melhor colocação em 2009.
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A Ferrari ainda pontuou com o finlandês Kimi Räikkönen, que terminou em oitavo lugar, logo atrás do italiano Jarno Trulli, da Toyota. Já o brasileiro Nelsinho Piquet tentou a mesma estratégia de Massa, mas não teve a mesma velocidade do compatriota e ficou na 12ª colocação, tendo a alegria de superar o companheiro de equipe, Fernando Alonso, que terminou dois postos atrás.







Acabei não vendo o GP da Inglaterra… e, francamente, não sei se vou ver o da Alemanha! Acho que vou esperar as madames pararem de brigar fora da pista, primeiro!
Comment por Fabiano — Julho 10, 2009 @ 6:55 pm |
Eu tb gosto de ver a BMW sofrendo! E o Jenson tb…rs
Comment por marcos antônio — Julho 10, 2009 @ 9:18 pm |
Pra quê eu fui abrir a minha enorme boca?
Comment por Aline Rodrigues — Julho 12, 2009 @ 2:21 pm |